CRIAÇÃO DE CINEMA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

PERSPECTIVAS E FUTUROS POSSÍVEIS NA TRANSFORMAÇÃO DA LINGUAGEM

Autores

  • Luciano Marafon Universidade Tuiuti do Paraná
  • Denize Araujo Universidade Tuiuti do Paraná

Resumo

O presente artigo apresenta uma discussão sobre os limites da arte cinematográfica em um momento em que imagens, sons, roteirização e montagem podem ser gerados por Inteligência Artificial Generativa (IAG). Filmes que utilizam a IA (Inteligência Artificial) e IAG como ferramenta já foram apresentados no Oscar e em outros festivais, porém, os filmes gerados completamente — ou parte da produção — por uma IAG nos levam a discutir o futuro do cinema, especialmente, o futuro do cineasta/autor. Estaríamos vivenciando uma quebra de paradigmas da linguagem? Uma produção criada por uma IAG pode ser localizada dentro da arte cinematográfica? Ou até mesmo, onde está a autoria dessas produções? São esses os questionamentos levantados através das análises de um recorte de filmes que utilizam a IAG, especialmente uma tríade de produções: O Último Roteirista (2024), Sunspring (2016) e Eu Existo (2023). Portanto, o texto investiga as diferentes abordagens do uso da IAG no cinema e uma pretensão de reconfiguração no ato criativo de produzir, pensar e consumir a linguagem cinematográfica.

Biografia do Autor

  • Denize Araujo, Universidade Tuiuti do Paraná

    Denize Araujo, PhD Comp Lit, Cinema & Arts UCR-Univ of California, Riverside-USA; Post- Doctorate Cinema & Artes UAlg-Univ of Algarve-Portugal; Master´s in Cinema ASU-Arizona State Univ – USA; Specialization American-British Literatures, UFPR-BR; Graduated Classical Music (Piano) EMBAP-BR; Scholarship recipient Dante Alighieri of Italian Literature –Italy; Researcher Prof Master´s & Doctorate in Comm & Languages and Coordinator Specialization Course in Cinema-CINEX UTP - Univ Tuiuti do Paraná-BR

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Publicado

2026-07-04