PARASITA E A LUTA DE CLASSES

Frederico Daia Firmiano, Joyce Perissinotto Nóbrega, Lucas Francisco Maia de Lima

Resumo


Neste artigo buscamos examinar o modo como a obra fílmica Parasita, do diretor Bong Joon Ho, aborda a dinâmica da luta de classes. Para tanto, percorremos o tema a partir de três eixos: primeiro, o da configuração econômico-social da Coréia do Sul hoje; segundo, da crítica à desigualdade; terceiro, da constituição das formas de consciência de classe ou até mesmo de percepção de classe. Metodologicamente, privilegiamos aspectos da análise textual, narratológica e icônica, apoiados pela crítica sociológica das dimensões constitutivas da sociedade burguesa e das formas da consciência.

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