TEMPO-ESPAÇO DA FRONTEIRA E AS GEOGRAFIAS DOS (DES)ENCONTROS

Ana Letícia Peixe Euzébio

Resumo


A proposta desse ensaio é dialogar imagens do documentário Do outro lado (2002) com algumas reflexões sobre os sentidos tempoespaciais da linguagem geográfica. Cineasta, artista, professora, Akerman escreveu livros, ministrou cursos, pululou a arte e o cinema pela diferença na imagem, uma nômade. Essa era Chantal, que recusava as fronteiras entre ficção e documentário. Seguimos a perspectiva cotidiana de fronteira, aquela que não está delimitada por linhas e limites, mas que se negocia a cada encontro, na produção imanente à vida. Tecer encontros entre imagens e leituras para ampliar os sentidos dos conceitos geográficos por meio de elementos fílmicos.


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